domingo, 28 de abril de 2013

DICAS PARA O PLANEJAMENTO

MATEMÁTICA
NÚMEROS E OPERAÇÕES
RODA DE CONTAGEM
Atividades que estimulem os alunos a buscarem estratégias que facilitem a identificação de quantidades.
COLEÇÕES DE OBJETOS
Formar coleções com diferentes objetos, como: adesivos, lacres de
alumínio,  miniaturas, bolinha de gude, figurinhas, contribui de forma
significativa para que os alunos contem todos os elementos, mantendo a ordem ao enunciar os nomes dos números e observando que o último
número corresponde ao total de objetos da coleção.
SITUAÇÕES PROBLEMAS ENVOLVENDO A REFLEXÃO SOBRE OS NÚMEROS
Situações envolvendo números para que os alunos possam identificar a
função que eles desempenham naquele contexto: números para quantificar, números para ordenar, entre outros.
CONSTRUÇÃO DE FICHAS
Construir  fichas de identificação de cada aluno contendo números que
indiquem diferentes aspectos, por exemplo: idade, peso, altura, número de pessoas que moram na mesma casa, datas de nascimento, número de animais que possui, entre outros, proporcionando um espaço onde as crianças possam trocar as fichas e ler e interpretar as informações numéricas.
SITUAÇÃO PROBLEMA ENVOLVENDO A COMPARAÇÃO DE QUANTIDADES ENTRE COLEÇÕES
Atividades de comparação de quantidades entre duas coleções, verificando se possuem o mesmo número de elementos, ou se possuem
mais ou menos, utilizando para isso diferentes estratégias: correspondência um a um e estimativas.
CALENDÁRIO
Proporciona a reflexão sobre a sequência numérica em uma situação real de consulta.
JOGO DE TRILHA
Proporciona as crianças a marcarem os avanços e recuos numa pista
numerada.
ATIVIDADES QUE ENVOLVAM CÉDULAS E MOEDAS
Favorece as crianças uma situação em que sejam convidadas a resolver situações problemas fazendo uso de cédulas e moedas, como exemplo: o mercadinho em sala de sala de aula, jogo de banco imobiliário etc.
ESPAÇO E FORMA
ATIVIDADES ORIENTAÇÕES JOGOS E BRINCADEIRAS
Que estimulem os alunos a situar-se ou se deslocar no espaço,
recebendo e dando instruções, usando vocabulário de  posição.
Exemplos: Jogos de Circuito, Caça ao Tesouro, Batalha Naval.
CONSTRUÇÃO DE MAQUETES
Produção de maquetes da sala de aula e de outros espaços, identificando semelhanças e diferenças entre uma maquete e uma planta.
PERCURSO
Desenhar o percurso de casa à escola e propor que os alunos troquem e comparem seus desenhos e façam a leitura do percurso dos colegas.
JOGOS DE ADIVINHA
Jogos para adivinhar um determinado objeto referindo-se apenas ao
formato dele.
SÓLIDOS GEOMÉTRICOS
Classificação de  sólidos geométricos a partir de critérios como:
superfícies arredondadas e superfícies planas, vértices, entre outras.
GRANDEZAS E MEDIDAS
ATIVIDADES QUE EXPLOREM PADRÕES DE MEDIDAS NÃO CONVENCIONAIS
Medir o comprimento da sala com passos, palmos, etc.
SITUAÇÕES-PROBLEMA
Situações que envolvam a comparação entre dimensões reais e as de uma representação em escala, percebendo que muitos objetos não podem ser representados em suas reais dimensões, como, por exemplo: um carro, um caminhão, uma casa.
Explorar as noções de perímetro e de área a partir de situações problema que permitam obter a área por decomposição e por composição de figuras, usando recortes e sobreposição de figuras, entre outras.
LINHA DO TEMPO
Construção da linha do tempo para contar a sua própria história ou a história de vida de alguém conhecido ou da própria família.
ATIVIDADES DE ROTINA
Atividades que permitam fazer marcações do tempo e identificar rotinas:
manhã, tarde e noite; ontem, hoje, amanhã;  dia, semana, mês, ano;
hora, minuto e segundo.
TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO
LEITURA DE DADOS
Leitura e discussão sobre dados relacionados à saúde, educação, cultura,
lazer, alimentação, meteorologia, pesquisa de opinião, entre  outros,
organizados em tabelas e gráficos (barra, setores, linhas, pictóricos) que
aparecem em jornais, revistas, rádio, TV, internet.
LEITURA E CONSTRUÇÃO DETABELAS E GRÁFICOS
Preparação e simulação de um jornal ou de reportagens feitas pelos alunos, comunicando através de tabelas ou gráficos o assunto pesquisado por eles.
SITUAÇÕES-PROBLEMA
Resolução de situações-problema simples que ajudem os alunos a formular previsões a respeito do sucesso ou não de um evento, por exemplo: um jogo envolvendo números pares ou ímpares, o lançamento de um dado.
RETIRADO: http://bonatereducacao.blogspot.com.br/search/label/%22Leituras%20HTPC%22

sexta-feira, 12 de abril de 2013

O QUE (NÃO) FAZER NO DIA DO ÍNDIO







 Na data em homenagem aos primeiros habitantes do Brasil, uma série de estereótipos e preconceitos costuma invadir a sala de aula. Saiba como evitá-los e confira algumas propostas de especialistas de quais conteúdos trabalhar Ricardo Ampudia (novaescola@atleitor.com.br) 

 O Dia do Índio é comemorado em 19 de abril no Brasil para lembrar a data histórica de 1940, quando se deu o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. O evento quase fracassou nos dias de abertura, mas teve sucesso no dia 19, assim que as lideranças indígenas deixaram a desconfiança e o medo de lado e apareceram para discutir seus direitos, em um encontro marcante. Por ocasião da data, é comum encontrar nas escolas comemorações com fantasias, crianças pintadas, música e atividades culturais. No entanto, especialistas questionam a maneira como algumas dessas práticas são conduzidas e afirmam que, além de reproduzir antigos preconceitos e estereótipos, não geram aprendizagem alguma. "O índigena trabalhado em sala de aula hoje é, muitas vezes, aquele indígena de 1500 e parece que ele só se mantém índio se permanecer daquele modo. É preciso mostrar que o índio é contemporâneo e tem os mesmos direitos que muitos de nós, 'brancos'", diz a coordenadora de Educação Indígena no Acre, Maria do Socorro de Oliveira.

Saiba o que fazer e o que não fazer no Dia do Índio:


 1. Não use o Dia do Índio para mitificar a figura do indígena, com atividades que incluam vestir as crianças com cocares ou pintá-las. Faça uma discussão sobre a cultura indígena usando fotos, vídeos, música e a vasta literatura de contos indígenas. "Ser índio não é estar nu ou pintado, não é algo que se veste. A cultura indígena faz parte da essência da pessoa. Não se deixa de ser índio por viver na sociedade contemporânea", explica a antropóloga Majoí Gongora, do Instituto Socioambiental.

 2. Não reproduza preconceitos em sala de aula, mostrando o indígena como um ser à parte da sociedade ocidental, que anda nu pela mata e vive da caça de animais selvagens Mostre aos alunos que os povos indígenas não vivem mais como em 1500. Hoje, muitos têm acesso à tecnologia, à universidade e a tudo o que a cidade proporciona. Nem por isso deixam de ser indígenas e de preservar a cultura e os costumes.

 3. Não represente o índio com uma gravura de livro, ou um tupinambá do século 14 Sempre recorra a exemplos reais e explique qual é a etnia, a língua falada, o local e os costumes. Explique que o Brasil tem cerca de 230 povos indígenas, que falam cerca de 180 línguas. Cada etnia tem sua identidade, rituais, modo de vestir e de se organizar. Não se prenda a uma etnia. Fale, por exemplo, dos Ashinkas, que têm ligação com o império Inca; dos povos não-contatados e dos Pankararu, que vivem na Zona Sul de São Paulo.

 4. Não faça do 19 de abril o único dia do índio na escola A Lei 11.645/08 inclui a cultura indígena no currículo escolar brasileiro. Por que não incluir no planejamento de História, de Língua Portuguesa e de Geografia discussões e atividades sobre a cultura indígena, ao longo do ano todo? Procure material de referência e elabore aulas que proponham uma discussão sobre cultura indígena ou sobre elementos que a emprestou à nossa vida, seja na língua, na alimentação, na arte ou na medicina. 

5. Não tente reproduzir as casas e aldeias de maneira simplificada, com maquetes de ocas "Oca" é uma palavra tupi, que não se aplica a outros povos. O formato de cada habitação varia de acordo com a etnia e diz respeito ao seu modo de organização social. Prefira mostrar fotos ou vídeos. 

6. Não utilize a figura do índio só para discussões sobre como o homem branco influencia suas vidas Debata sobre o que podemos aprender com esses povos. Em relação à sustentabilidade, por exemplo, como poderíamos aprender a nos sentir parte da terra e a cuidar melhor dela, tal como fazem e valorizam as sociedades indígenas? 

Quer saber mais?Consultoria: Maria do Socorro de Oliveira, coordenadora de Educação Escolar Indígena d a Sec. De Educação do estado do Acre Majoí Gongora, Antropóloga do programa de Povos Indígenas do Brasil do Instituto Socioambiental O site do Instituto Socioambiental mantém o projeto Povos Indígenas no Brasil que traz uma descrição de várias etnias com uma versão para crianças, com jogos e animações e também uma Sala do Professor A temática indígena na escola, de Aracy Lopes da Silva, no Domínio Público.

terça-feira, 12 de março de 2013

HOMENAGEM A MAGDA SOARES

Um das mais importantes pesquisadoras da educação, alfabetização e ensino da língua portuguesa no Brasil, a professora emérita da Universidade Federal de Minas Gerais, Magda Soares, mereceu uma edição especial, em dezembro passado, do jornal Letra A, produzido pelo Ceale (Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita da Faculdade de Educação da UFMG). Ela completou 80 anos de vida. Além de vários depoimentos de alunos e colegas da professora – que já mereceu poema de Manuel Bandeira e crônica de Fernando Sabino – artigos traçam um perfil de sua trajetória profissional, dos projetos, publicações e ideias.
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

OFICINA DE PRÁTICA DE EXPERIÊNCIAS

Esta oficina aconteceu na  nossa escola para embasar os professores para a prática de experimentações em sala de aula. Nós trabalhamos desde 2010 com o Projeto Ciência Hoje para Crianças.
A professora Cristiane Medea tem muita experiência nesta área.

PEDAGOGIA DE PROJETOS

Esta Oficina foi realizada pela Professora Patrícia Paiva Faria sobre como realizou o Projeto sobre o bairro de Água Santa em nossa escola durante o ano de 2012, que foi um dos escolhidos da 3ªCRE para a Mostra da Ciência Hoje para Crianças.



A ROTINA NA ALFABETIZAÇÃO

Esta Oficina foi realizada pela Professora Lucia Helena, que alfabetiza com muita competência há pelo menos 30 anos.
Ela mostrou como utiliza a rotina como sua aliada no processo de alfabetização.